Post da Tag ‘Cidadania’

O que dizem as placas: bicicletas aqui, não!

sábado, março 6th, 2010

Que placa é esta: proibido o trânsito de bicicletas

Onde costuma estar: em ruas ou estradas de muito movimento e onde os carros andam em alta velocidade

O que ela quer dizer: não é permitido andar de bicicleta nesta via por ser muito perigoso

O que o ciclista deve fazer: procurar outro caminho, onde não irá correr riscos

Porque você deve obedecer: para evitar ser vítima de um acidente

Importante: nem todas as placas de trânsito são voltadas apenas para os motoristas. Existem várias com avisos para pessoas andando a pé ou ciclistas.

Pneus usados viram esculturas

domingo, dezembro 6th, 2009
Talento transforma sobras em obra de arte

Talento transforma sobras em obra de arte

Não faz muito tempo, a gente deu uma matéria, aqui no Autoboy, falando sobre o que fazer com os pneus que não servem mais para rodar (Pneu velho serve para muita coisa).

Agora, nos enviaram essas fotos, de belas esculturas, feitas com pneus velhos.

Infelizmente, ainda não descobrimos quem é o autor (ou os autores) das obras. Mas elas são mais uma prova de que o que parece inútil e incômodo pode ser usado para criar coisas muito interessantes.

O que dizem as placas: rotatória

terça-feira, novembro 24th, 2009

Rotatória

Que placa é esta: rotatória

Onde costuma estar: na saída das ruas de acesso a um cruzamento onde existe uma rotatória

O que ela quer dizer: as flechas indicam o sentido que os carros devem percorrer ao contornar a rotatória

O que o motorista deve fazer: dar passagem a outros carros que já estejam na rotatória e entrar na direção indicada pelas flechas

O que é uma rotatória: é uma marcação feita num cruzamento que evita a passagem direta dos carros, diminuindo sua velocidade para evitar acidentes. Ela pode ser feita de blocos de concreto, marcada com tachões ou simplesmente pintada no asfalto

Importante: nas rotatórias, os carros que já estão contornando o círculo demarcado têm a preferência

Dependendo da região do Brasil a rotatória também é chamada de rótula, rotunda ou até bambolê (se você conhecer outro nome regional, conte pra gente)

Uma aventura diferente

quinta-feira, novembro 19th, 2009
Parte do caminho foi pela beira do mar

Parte do caminho foi pela beira do mar

Off-road quer dizer “fora da estrada”. E isso, em geral, quer dizer aventura. Tem muita gente que curte andar por trilhas e caminhos ainda mais difíceis, enfrentando buracos, poeira e lama nos finais de semanas. Para eles, desafiar essas dificuldades é a maior diversão.

É assim que acontece com os Cabeçudos, um grupo de amigos que, sempre que podem, pegam seus jipes, picapes e camionetes e saem em busca de “encrencas” pelo Brasil afora.

Mas os Cabeçudos são caras legais e, em suas viagens, sempre procuram ajudar a quem precisa. Há algumas semanas, eles fizeram uma visita a uma escolinha que fica numa fazenda em Ariri, um lugar por onde passa muito pouca gente.

A idéia dos Cabeçudos era festejar um ano da bibliotaca que construíram

A idéia dos Cabeçudos era festejar um ano da biblioteca que construíram

A escolinha do Ariri fica no início da Trilha do Telégrafo, que tem a fama de ser um dos caminhos mais difíceis para passar de carro do Brasil inteiro. Essa trilha foi aberta há mais de cem anos pelo Marechal Cândido Rondon para instalar uma linha telegráfica entre os portos de Paranaguá e Santos.

Naquela época não havia telefones nem rádio e o único jeito para essas cidades se comunicarem era através do telégrafo. Era preciso esticar fios entre elas, passando por lugares até então inexplorados.

A escolinha fica a 71 quilômetros da vila de Pariquera-Açú, dos quais mais de 50 são estradas de terra e lama. É tão longe que a professora que lá trabalha costuma chegar na segunda-feira e só volta para a cidade na sexta. Isso se não chover.

Um dos Cabeçudos, o João Chikui, conheceu a escolinha há mais de 20 anos, fazendo uma viagem de moto na região. Ele chegou à pequena vila todo sujo e cansado e foi muito bem recebido pelos moradores, apesar deles serem gente simples e pobre.

 

 

Alguns riachos do caminho não têm pontes para atravessar

Alguns riachos do caminho não têm pontes para atravessar

Daí em diante, ele resolveu ajudar as crianças da escolinha e, junto com seus amigos, já conseguiu doar um freezer, dois computadores e montar uma biblioteca e uma brinquedoteca.

Este ano, a viagem foi para comemorar um ano dessas instalações e o grupo levou para lá um bolo e cachorro-quentes. A caravana incluiu vários veículos e mais de 30 pessoas, que foram recebidos com muito entusiasmo pelas crianças e por Dona Cristina, a professora.

Afinal, receber amigos é uma coisa que todo mundo gosta de fazer. Ainda mais quando é gente que chega de longe e é legal como os Cabeçudos. Não dá vontade de participar de uma aventura dessas?

Quem contou e fotografou esta viagem foi o Claudio Larangeira
 

 

 

 

Pneu velho serve pra muita coisa

segunda-feira, novembro 9th, 2009
O que fazer com os pneus que não servem mais para rodar?

O que fazer com os pneus que não servem mais para rodar?

Você sabe quantos pneus velhos estão jogados pelo Brasil afora?

O número certo, mesmo, ninguém sabe. Mas deve ser mais de 60 milhões.

Pondo um do lado do outro, eles formariam uma fila de quase 36 mil quilômetros – daria para fazer toda a volta no país.

O pior é que os pneus demoram muito para se desmancharem na natureza. Tem alguns com mais de 100 anos, do tempo do Ford de Bigode, que ainda estão inteiros, apesar de secos e rachados.

Um problemão!

 

Os pneus do fundo são de Fórmula 1

Os pneus do fundo são de Fórmula 1

Ainda bem que tem gente que pensa nessas coisas e descobriu um jeito de transformar pneus velhos em móveis, tapetes, material de construção e até em energia. A UTEP (Usina de Tratamento Ecológico de Pneus), uma empresa que fica perto da capital de São Paulo, faz esse trabalho todos os dias.

Eles recebem pneus catados nas ruas ou enviados pelas lojas e oficinas. Tem desde pneus de bicicleta aos usados nas corridas da Fórmula 1.

Quando eles chegam, passam primeiro por uma máquina que arranca a armação de aço que tem no meio da borracha, com umas garras enormes. Depois, a borracha é picada em tabletes, mais ou menos do tamanho de uma barra de chocolate pequena.

Algumas das coisas que podem ser feitas com restos de pneus

Algumas das coisas que podem ser feitas com restos de pneus

Esses tabletes são usados pelas indústrias de cimento para aquecer seus fornos. Mas o material também pode ser moído até virar grãos mais finos, que podem ser misturados com cimento para fazer blocos de construção ou com o asfalto, para usar nas ruas e estradas.

Também dá para derreter e usar para fazer tapetes de borracha, solas para sapatos, sandálias, móveis e muitas outras coisas.

Legal, não?

Se dá para fazer tantas coisas, não tem por que jogar os pneus velhos por aí. É muito melhor mandar para um centro de reciclagem. E a natureza agradece.

Colaboração do Claudio Larangeira

História: o jipinho e o pioneiro

terça-feira, novembro 3rd, 2009

O livro conta a história do carro e seu construtor
O livro conta a história do carro e seu construtor

A história do Brasil tem muitos heróis, mas nem todos são bem conhecidos. Um deles é o personagem deste livro, que se chama Sou Pequeno, Mas Sou Brasileiro.

O livro conta a história de José Cardoso da Silva, dono de uma oficina mecânica em Rio Bonito, no interior do estado do Rio de Janeiro. Lá por 1953, quando ainda não existiam fábricas de automóveis no Brasil, ele resolveu criar a sua. Sua idéia era fazer um jipinho, muito interessante.  

O jipe de José Cardoso era pequeno, mas bem forte. Levava até cinco pessoas – claro que um tanto apertadas. Ele projetou todo o carro, que usava um motor de dois cilindros e tinha câmbio com três marchas.

 

O presidente Getúlio Vargas (com o charuto na mão) examina o jipe brasileiro ao lado de Cardoso
O presidente Getúlio Vargas (com o charuto na mão) examina o jipe brasileiro ao lado de Cardoso

 O projeto interessou até mesmo o presidente do Brasil, Getúlio Vargas, que queria muito que o país começasse a produzir automóveis. Ele prometeu apoio a Cardoso, mas morreu em 1954, antes que a fábrica fosse montada.  

Para fabricar seu carro, Cardoso criou uma empresa chamada Ibasa, Indústria Brasileira de Automóveis. Mas, depois da morte de Getúlio Vargas, algumas fabricantes de carros estrangeiras vieram para o Brasil, com mais recursos e produzindo carros mais sofisticados.

Cardoso desistiu então do seu projeto e passou a fabricar máquinas para consertar motores, numa nova firma que se chama Incomatol, que existe até hoje. Mas, antes disso, teve uma atitude exemplar: devolveu o dinheiro que muitas pessoas tinham entregado a ele para se tornarem sócias da Ibasa.

O jipinho de Cardoso está na sede da empresa, em Rio Bonito. O livro sobre ele foi escrito pelo seu filho, Sebastião William Cardoso. Que, como todos os seus descendentes, se orgulha muito dele, de sua iniciativa e sua honestidade.

 

 

Coisas que não se deve fazer

quinta-feira, outubro 29th, 2009

Nem todo mundo dirige muito bem. Mas tem gente que consegue fazer cada coisa…

O problema é que, às vezes, gente assim descuidada acaba estragando os carros dos outros.

Mas feio, mesmo, é fazer como o motorista deste vídeo, que sai de fininho para não assumir a besteira que fez…

O que dizem as placas: animais silvestres

domingo, outubro 25th, 2009

QUE PLACA É ESTA: ANIMAIS SILVESTRES

ONDE COSTUMA ESTAR: em estradas ou vias que podem ser atravessadas por animais que vivem na natureza

O QUE ELA QUER DIZER: os animais nem sempre são cuidadosos e podem ser atropelados. Se eles forem grandes, isso pode ser perigoso para eles e para quem vai no carro

O QUE O MOTORISTA DEVE FAZER: prestar muita atenção, principalmente à noite, reduzir a velocidade e estar preparado para frear ou desviar dos animais

CURIOSIDADE: apesar da figura do veado ser usada no mundo inteiro para dar este aviso, há lugares onde existem placas feitas para alertar sobre animais locais, como ursos, cangurus, pinguins e até ornitorrincos. Veja alguns exemplos na galeria

O que dizem as placas: largura máxima

sexta-feira, outubro 16th, 2009

 placa largura maxima

QUE PLACA É ESTA: LARGURA MÃXIMA PERMITIDA

ONDE COSTUMA ESTAR: na entrada de pontes, túneis, viadutos ou antes de outros locais onde o caminho é mais estreito que o normal

O QUE ELA QUER DIZER: nesses lugares não há espaço para veículos mais largos do que a medida que está na placa passarem

O QUE O MOTORISTA DEVE FAZER: se não souber a largura do seu veículo, conferir antes de tentar passar. Se ele for mais largo, procurar outro caminho

Jogo da Honda testa habilidade e conhecimento

sábado, setembro 26th, 2009
Percurso pela cidade pode ser feito de carro ou moto

Percurso pela cidade pode ser feito de carro ou moto

A Honda está lançando um jogo online para promover a boa paz no trânsito.

Você pode escolher entre um carro, moto ou bicicleta para percorrer um roteiro pela cidade que vai aparecendo na tela. O comando é pelas setas do teclado.

Pelo caminho, há algumas paradas em que aparecem perguntas sobre trânsito, para testar seus conhecimentos.

Para jogar, clique na ilustração acima.